Diário de quarta-feira (14/11/2018): Chuvas e calor abafado no Acre, com mínima de 22,9ºC e máxima de 31,8ºC. No Brasil, mínima foi 13,4ºC, em Minas Gerais, e máxima, 40,1ºC, no Piauí.

nov 15

9h25min.

DIÁRIO DO TEMPO DE QUARTA-FEIRA, 14 DE NOVEMBRO DE 2018

 

LUGARES MAIS FRIOS NO BRASIL

A menor temperatura registrada na quarta-feira (14/11/2018), em todo o país, foi 13,4ºC, em Monte Verde (Minas Gerais).

No entanto, os lugares mais frios registrados, observando-se a média simples entre a mínima e a máxima do dia, em ordem crescente de temperatura, foram:

. média de 17,8ºC, em Vacaria (Rio Grande do Sul), com mínima de 14,2ºC e máxima de 21,5ºC;

. média de 18,7ºC, em São Joaquim (Santa Catarina), com mínima de 15,3ºC e máxima de 22,1;

. média de 19,0ºC, em Petrópolis (Rio de Janeiro), com mínima de 14,3ºC e máxima de 23,7ºC;

. média de 19,1ºC, em Canela (Rio Grande do Sul), com mínima de 14,8ºC e máxima de 23,5ºC;

. média de 19,2ºC, em Cambará do Sul (Rio Grande do Sul), com mínima de 14,7ºC e máxima de 23,8ºC;

. média de 19,3ºC, em Lages (Santa Catarina), com mínima de 16,9ºC e máxima de 21,7ºC;

. média de 19,6ºC, em Monte Verde (Minas Gerais), com mínima de 13,4ºC e máxima de 25,9ºC.

 

MENORES TEMPERATURAS

Rio Branco: 22,9ºC, às 5 horas.
Acre: 22,9ºC, em Rio Branco, em Cruzeiro do Sul e em Feijó.
Capitais: 16,8ºC, em Brasília, na estação de Ponte Alta.
Brasil: 13,4ºC, em Monte Verde (Minas Gerais).

 

MAIORES TEMPERATURAS

Rio Branco: 30,4ºC, às 13 horas.
Acre: 31,8ºC, em Feijó.
Capitais: 38,0ºC, em Teresina.
Brasil: 40,1ºC, em Piripiri (Piauí).

 

PRINCIPAIS FENÔMENOS OCORRIDOS NO DIA

Nesta quarta-feira (14/11/2018), calor abafado e chuvas pontuais predominaram no Acre. Choveu, do forma passageira, em todos os municípios do estado. Os maiores valores de chuva, estimados entre 30 e 60mm, ocorreram nos municípios de Brasileia, Epitaciolândia e Porto Acre. Na região de Brasileia, a temperatura máxima ficou abaixo de 30ºC.

Os maiores registros de chuva, em ordem decrescente, foram:

– 46,2mm, em Brasileia;
– 34,6mm, em Epitaciolândia;
– 34,4mm, em Porto Acre;
– 14,4mm, em Aldeia dos Patos, no alto curso do rio Acre;
– 10,2mm, em Tarauacá;
– 7,4mm, em Rio Branco, na região do bairro da Sobral;
– 6,6mm, em Manuel Urbano;
– 6,4mm, em Rio Branco, na região do bairro do Tucumã;
– 5,8mm, em Capixaba, no vale do rio Acre;
– 5,6mm, em Porto Walter;
– 5,4mm, no alto curso do rio Envira;
– 5,0mm, em Plácido de Castro;
– 3,2mm, em Sena Madureira;
– 2,4mm, em Rio Branco, próximo à foz do rio Rola;
– 1,0mm, em Cruzeiro do Sul;
– 1,0mm, em Feijó;
– 1,0mm, no vale do rio Caeté.

Em Rio Branco, a menor temperatura registrada foi 22,9ºC, às 5h, e a maior, 30,4ºC, às 13h.

Os ventos, no Acre, sopraram, entre fracos e calmos, da direção noroeste, com pequenas variações do norte e de oeste.

A menor umidade do ar, no estado, foi 62%, registrada em Cruzeiro do Sul e em Feijó.

A menor temperatura registrada no Acre, foi 22,9ºC, registrada em Rio Branco, em Cruzeiro do Sul e em Feijó, e a maior, 31,8ºC, em Feijó.

A capital brasileira mais fria foi Brasília, na estação de Ponte Alta, com 16,8ºC, e a mais quente, Teresina, com 38,0ºC.

A menor temperatura registrada no Brasil foi 13,4ºC, em Monte Verde (Minas Gerais), e a maior 40,1ºC, em Piripiri (Piauí).

 

VALORES EXTREMOS DE 2018, ATÉ O MOMENTO

Mínima, em Rio Branco: 12,3ºC, no dia 21 de agosto.
Máxima, em Rio Branco: 35,8ºC, nos dias 11 e 25 de setembro.
Tarde mais fria, em Rio Branco: máxima de 17,1ºC, no dia 3 de junho.
Noite mais quente, em Rio Branco: mínima de 24,1ºC, no dia 8 de fevereiro.
Mínima, no Acre: 11,2ºC, em Brasileia e Epitaciolândia, no dia 5 de setembro.
Máxima, no Acre: 36,9ºC, em Cruzeiro do Sul, no dia 25 de setembro.
Recorde de baixa umidade no Acre: 14%, em Rio Branco, no dia 4 de setembro.
Recorde de velocidade máxima de vento no Acre: 107,4km/h, da direção leste-nordeste, em Rio Branco (aeroporto), no dia 26 de setembro, às 15h11min.

 

FONTES

Todos os dados relativos a registros meteorológicos publicados por O Tempo Aqui, quando não citada outra fonte, são oficiais, do Instituto Nacional de Meteorologia, da Rede de Meteorologia da Aeronáutica e da Agência Nacional de Águas, através de suas estações meteorológicas e hidropluviométricas.
Os horários divulgados são da cidade onde ocorreu o fenômeno, devidamente transformados da hora universal. Por isso, não raramente, nossos dados podem ser um pouco diferentes dos divulgados por órgãos oficiais, que seguem o horário universal. Não é considerado o horário de verão.
Eventualmente, a fonte pode ser o Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia do Peru e o Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia da Bolívia, no caso das estações situadas próximas à fronteira com o Brasil.
São desprezados os dados que, visivelmente, indicam defeito do equipamento, mesmo que registrados por tais estações, a fim de preservar a melhor informação meteorológica. Se numa cidade, houver mais de uma estação, é publicado por nós apenas o dado daquela estação que registrou o valor mais extremo do dia.

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